Brasil na Copa do Mundo de 2018 – Tudo sobre a seleção brasileira

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Brasil na Copa do Mundo de 2018

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Um ex-presidente da república, agora encarcerado por corrupção, poderia dizer sem medo de errar que “nunca antes na história desse país” uma seleção brasileira se preparou com tão grande tranquilidade, alto índice de confiança e zero de polêmicas como o time que Adenor Bacchi, o Tite, vai comandar na Copa do Mundo da Rússia.

Com seu estilo de pregador, o treinador assumiu o papel de Moisés para tirar o futebol brasileiro da escuridão, da dependência dos talentos individuais cruzando o mar vermelho na direção de um “jogo apoiado”.

Este pode ser capaz de tornar a equipe novamente protagonista do futebol mundial, depois do vexame histórico da Copa do Mundo de 2014 em que, como país sede, o Brasil foi massacrado nas semifinais levando 7 a 1 da Alemanha.

Vexame capaz de superar, com juros e correção monetária, o fracasso de 1950, quando os uruguaios levaram a taça ao marcar 2 a 1 no evento que acabou apelidado de Maracanazzo.

Bastaram meia dúzia de partidas para que Tite afastasse a ameaça de o Brasil ficar fora de uma Copa do Mundo pela primeira vez criada pela falta de conhecimento tático aliada a um desastroso temperamento de Dunga, o Príncipe das Trevas.

Esse pequeno milagre concedeu ao treinador uma espécie de manto de infalibilidade.

Mesmo com convocações absurdas, como a do goleiro Muralha, ex-Flamengo, o técnico teve suas indicações aceitas por torcedores e boa parte da mídia especializada como nunca antes ocorreu.

Técnico ressuscitou condenados pelo fracasso caseiro

Porém, o maior milagre de Tite foi a ressurreição de jogadores que foram atirados ao fogo que não se apaga após o fracasso da Copa do Mundo do Brasil.

Nenhum atleta simboliza mais esse grupo do que Fernandinho. O volante do Manchester City até poderia ser apelidado de Perdidinho por sua atuação no primeiro tempo em que a seleção canarinho levou cinco gols em intervalo inferior a 20 minutos.

Ele não só foi chamado novamente sendo protegido pela bolha de infalibilidade papal que acompanha Tite como assumiu um papel tático importante no time.

Com ele, a transição do 4-5-1 para o 3-6-1 é feita sem maiores dramas. Não foi o único dos sobreviventes da tragédia no Mineirão. Dentre os que atuaram naquele jogo, o lateral-esquerdo Marcelo, e o meia Willian ganharam vida nova ao receber o torque mágico de Tite.

Até nepotismo é ignorado

Aquilo em que na política é chamado de ‘efeito teflon’ também foi alcançado por Tite. Nenhuma denúncia ou crítica parece colar no treinador. Nem mesmo o nepotismo. O comandante escolheu Matheus Bacchi, seu filho, como um dos auxiliares.

Essa postura paternalista foi estendida para dentro das quatro linhas com convocações como a do goleiro Cássio, do lateral-direito Fágner, e dos meias Renato Augusto e Paulinho. Especialmente desses dois últimos.

Renato Augusto virou uma peça chave no esquema tático montado pelo treinador desde as primeiras partidas. Cabia orientar a formação do bloco defesa/meio-campo e ditar o ritmo da transição para o ataque.

Porém, nenhuma convocação ganhou mais visibilidade do que a de Paulinho.

O meio-campista foi um dos destaques do Corinthians quanto Tite treinava o clube.

Acabou sendo vendido para o Tottenham, onde fracassou.

O clube inglês o despachou para o Guangzhou Evergrande visando recuperar algum do dinheiro investido.

Mesmo distante dos holofotes, foi chamado pelo ‘paizão’. Suas atuações na seleção abriram as portas do Barcelona.

Esquema tático prioriza alta densidade demográfica no meio-campo

Com os dois, Tite passou a formar um bloco sólido no meio-campo.

Com isso, ao mesmo tempo em que protege a defesa, aumenta o tempo de posse de bola e permite a troca de passes até que seja encontrada uma brecha para penetração. Nada do ‘manda a bola para o Neymar que ele resolve”, que era o padrão tático do time sob comando de Dunga.

A princípio, o desenho tático do treinador estabelece um 4-4-2.

A linha defensiva titular para a Copa do Mundo da Rússia deve ser formada por Danilo – herdeiro da lateral-direita depois da contusão que tirou Daniel Alves do Mundial -, Thiago Silva, Miranda e Marcelo.

O bloco de meio-campo é formado por Casemiro, Fernandinho, Paulinho e Renato Augusto. Na frente, Neymar e Gabriel Jesus.

Porém, quando a bola rola, muitas vezes o esquema muda para o 3-6-1, com uma superpopulação no meio campo. Isso acontece com o recuo de Casemiro ou Fernandinho, que passam a atuar como um terceiro zagueiro, com o avanço de Danilo e Marcelo, que são liberados para ajudar na armação de jogada; e com alguns passos atrás dados por Gabriel Jesus, que foge assim da marcação dos zagueiros e ganha espaço para utilizar de sua velocidade e habilidade na condução na bola. Foi com uma variação muito parecida com essa que a Alemanha faturou o tetracampeonato mundial.

Alisson vira jogador chave no gol

No gol, já não há mais qualquer dúvida. Taffarel, preparador de goleiros, e Tite bancaram desde o início de trabalho o ex-arqueiro do Internacional Alisson Becker, mesmo quando ele estava na reserva da Roma.

Foi uma posição muitas vezes criticada.

No entanto, o arqueiro acabou virando titular da Roma e um dos destaques na campanha do clube na temporada 2017/2018, em que a Roma conseguiu alcançar as semifinais da Liga dos Campeões da Europa.

Tendo Ederson como segundo reserva, a segurança da dupla acabou minimizando a chamada de Cássio, que não apresentou nos dois últimos anos o melhor de seu futebol.

Porém, foi bancado pelo treinador que ignorou as excelentes atuações do santista Vanderlei e a consistência do cruzeirense Fábio.

Os atletas chamados para o Mundial foram:

Número Jogador Posição Clube
1 Alisson Goleiro Roma – Itália
2 Thiago Silva Zagueiro PSG  – França
3 Miranda Zagueiro Internazionale – Itália
4 Pedro Geromel Zagueiro Grêmio
5 Casemiro Volante Real Madrid – Espanha
6 Filipe Luís Lateral-esquerdo Atlético de Madrid – Espanha
7 Douglas Costa Atacante Juventus – Itália
8 Renato Augusto Meia Beijing – China
9 Gabriel Jesus Atacante Manchester City – Inglaterra
10 Neymar Atacante PSG – França
11 Philippe Coutinho Meia Barcelona – Espanha
12 Marcelo Lateral-esquerdo Real Madrid – Espanha
13 Marquinhos Zagueiro PSG – França
14 Danilo Lateral-direito Manchester City – Inglaterra
15 Paulinho Meia Barcelona – Espanha
16 Cássio Goleiro Corinthians
17 Fernandinho Meia Manchester City – Inglaterra
18 Fred Meia Shakhtar Donetsk – Ucrânia
19 Willian Meia Chelsea – Inglaterra
20 Roberto Firmino Atacante Liverpool – Inglaterra
21 Taison Atacante Shakhtar Donetsk – Ucrânia
22 Fágner Lateral-direito Corinthians
23 Ederson Goleiro Manchester City – Inglaterra

 

A tabela da primeira fase

O sorteio da Copa do Mundo da Rússia 2018 colocou a seleção brasileira no grupo E, ao lado de Sérvia, Suíça e Costa Rica.

A equipe vai fazer sua estreia no Mundial em 17 de junho, às 15h (horário de Brasília) contra os suíços.

Depois, em 22 de junho, às 9h, em São Petersburgo, via encarar os costarriquenhos.

Por fim, em 27 de junho,novamente às 15h, em Moscou, terá os sérvios pela frente.

Ao final das três partidas, os dois primeiros avançam para as oitavas de final.

A programação estabelece cruzamento com o grupo F, que tem Alemanha, México, Suécia e Coreia do Sul.

O primeiro de uma chave fará jogo eliminatório contra o segundo de outra. Isso pode promover uma revanche precoce contra os alemães, mas não é provável.

Brasileiros aparecem como maiores favoritos em casas de apostas

Os especialistas das casas de apostas têm colocado o Brasil como maior favorito para conquistar o título na Copa do Mundo da Rússia.

Na grande maioria dos sites de jogos online aparece com prêmio entre na faixa entre 5 e 5,50 para cada real apostado em caso de conquista.

A Alemanha apresenta números muito próximos e eventualmente até figura como maior favorita à conquista.

Desde 1958-1962, quando o Brasil levou  o título nos mundiais de Suécia e Chile um time não vence duas vezes seguidas.

Brasil nas casas de apostas
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Onde assistir aos jogos da Copa da Rússia

A TV Globo é a TV aberta que detém os direitos de transmissão dos jogos da Copa do Mundo da Rússia de 2014. Não exibirá, todavia, as 64 partidas programadas, uma vez que na última rodada de cada um dos grupos haverá dois encontros no mesmo horário. Isso significa que dos 48 jogos da primeira fase, oito não serão mostrados ao vivo de forma gratuita.

Apenas os canais pagos Sportv, que também pertence ao grupo Globo, e Fox exibirão todas as partidas. Como contam com mais de um canal disponível nas operadoras de TV por assinatura, podem exibir mais de um jogo ao mesmo tempo.

Fonte: Noticias de Futebol

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